Aldeia Maracanã

Ocupada desde 2006 por diversas etnias indígenas, o prédio que já foi o Museu do Índio, é agora a Aldeia Maracanã, espaço reivindicado para ser um centro de referência da cultura indígena.

Esse final de samana estará rolando uma oficina para coletividades, ver mais aqui.

Segue a carta aberta da Aldeia:

Carta_Aldeia (clique para visualizar e baixar em .doc)

 

Carta da Aldeia Maracanã

número 1 – Junho 2012

www.centroculturalindigena.jimdo.com

centroculturalindigena@gmail.com

Antigo Museu do Índio.

Entrada: av. Radial Oeste, portão verde, RJ (estação Maracanã)

Correio: rua Mata Machado 126, Cep 20271 – 260 RJ

 

Conteúdo:
a) Apresentação
b) Lista de material constante
c) Procurando documentação
d) Convite oficina “Produções coletivas”
e) Palavra final

a) Apresentação

Querida gente, bom dia!

Aqui na Aldeia Maracanã, estamos muito felizes de enviá-los a primeira carta de noticias da aldeia de todos-as, depois da qual esperamos que seguirão muitas outras. Se você a receber, será porque você nos deu seu contato afim de recebê-las.
Mas talvez a recebeu de um-a amiga-o que queria compartilhar seu conteúdo com você. Neste caso, se você quiser receber diretamente de nós as próximas cartas, está convidada-o a nos enviar um e-mail ao endereço dado acima, simplesmente com o título “inscrição cartas da Aldeia Maracanã”.
Para as pessoas que não usam Internet, vamos juntá-las a medida que as escrevemos, e sempre estarão disponíveis para a leitura na Aldeia.

Depois de seis anos de ocupação desse maravilhoso antigo Museu do Índio por Indígenas de todas as partes do Brasil, os moradores atuais, junto com amigos de sempre e novos visitantes inspirados pelo potencial que perceberam nesse lugar, decidimos entrar numa nova fase. Ainda temos tudo para decidir e fazer, mas venha o que vier sentimos que nos pode beneficiar a todas-os, e por isso decidimos começar, confiando no futuro.

b) Lista de materiais bem-vindos sempre

Cozinha:
Utensílios, panelas, talheres, recipientes, aventais, comida (alimentos não perecíveis),…
Reuniões, oficinas:
Canetas, papelão, fita, posteres, canetas e lápis coloridos, post-its, cola, marca-textos, cadeira(s), mesa(s), painéis, quadro e giz, tintas, …
Logísticas e renovação:
Tintas de parede, aventais e roupas de trabalho (de todo tamanho, para crianças também), pincéis, rolos, ferramentas, todos tipos de vigas, tábuas solidas, lonas, parafusos, pregos, cabos, elásticos, cordas,…
Prédio em geral:
Moveis, estantes, sofás, almofadas, vassouras, mesas, cadeiras, material de primeiros socorros, …
Exterior, jardim:
Ferramentas, sementes, tábuas, recipientes, pás, mangueira de jardim, vasos, gangorra, cordas, …
Sonho doido: Mediateca (só para tentar):
Livros interessantes: dos povos indígenas do mundo, práticas ancestrais, técnicas de cultivo, permacultura, manuais de bricolagem e consertos, métodos de música, dicionários de português e bilíngues, …
Material informático, de som,… ;-)

c) Procurando documentação

No nosso intento de criar as melhores condições para a longevidade da aldeia, também queremos conhecer melhor a historia do lugar onde fica. Por isso, estamos coletando toda a documentação possível a propósito da historia desse lugar, desde os tempos mais remotos até hoje: povo maracanã, Museu do Índio, fase de abandono, renascimento com a ocupação. Você sabe algo que nos poderia ajudar nas nossas pesquisas? Ou ainda melhor, você sabe onde conseguir um documento preciso? Ou ainda melhor, você tem um? Depoimentos, fotos, copias de documentos oficiais, entrevistas, etc…: queremos tudo o que existe! Obrigadão!

d) Oficina “Produções coletivas”

O quê? Oficina de métodos e “truquinhos mágicos” para ajudar a tomada de decisões em grupos, e a lidar com os conflitos (2 dias)
+ opcional: ferramentas para facilitar reuniões e oficinas (1 dia).
Quando? Sáb 7 e Dom 8  de julho, + Seg 9, das 9:30 em ponto às 18:00.
Para quem? moças e moços, mulheres e homens de 12 a 120 anos.
Onde? Aldeia Maracanã – Centro Cultural Indígena, no Antigo Museu do Índio: av. Radial Oeste com Rua Mata Machado, diante do estadio (Estação Maracanã).
O quê trazer? Material para tomar notas pessoais (+ se tem de sobra, doação de material em bom estado para a oficina: canetas, papelão, fita, posteres, cores, post-its, cola, marca-textos, cadeira(s), mesa(s), painéis, quadro e gizes…) + comida e bebida para compartilhar no piquenique do almoço.

Tudo sempre pode melhorar!
Você faz parte, ou quer ser parte de qualquer forma de coletividade, que as vezes precisa tomar decisões com todo mundo junto? Você gostaria de ter mais ferramentas para lidar com os conflitos que podem surgir nessa, mas também as vezes com seus amigos, sua família,…? Então, se você quiser, esta convidada-o para uma oficina de dois dias, que quer propôr truques e métodos nesses negócios, para otimizar as suas produções coletivas (7 e 8/07).
Se também esta interessada-o em desenvolver ou melhorar sua prática como facilitador-a de reuniões e oficinas, fique um dia mais com a gente! (9/07)
Tudo é compartilhado de maneira participativa, aproveitando as habilidades, experiências e conhecimentos de cada participante.

Como se inscrever? Até a Qui 5/07, pode escrever un e-mail ao endereço dado acima, com título “oficina produções coletivas” :
- seu nome ou apelido
- se tiver, o nome do projeto / grupo / coletivo / aldeia no qual você planeja propôr o que gostar
da oficina.
- se você tem a intenção de ficar para o 3eiro dia (facilitação)
A confirmação da sua inscrição será confirmada mais tardar no dia 6.

Nos vemos lá…

e) Palavra final… (por agora!)

O que é que você, que esta lendo agora, gosta de fazer bem? Cozinhar? Falar? dirigir carro? Dar oficinas? Consertar? Pintar? Cantar? Contar piadas? Costurar? Escrever? Filmar?..
O que? … Aaaah, isso! Beleza, justamente isso precisávamos: você e a pessoa certa! O que você precisa para realizar isso aqui na aldeia? Sabe onde consegui-lo(s)? Venha com o resumo, a proposta, para ver como arrumá-lo bonitinho para ficar perfeitamente adequado a este projeto coletivo.
Não tem urgência para visitar, mas seria bom, se você sente interesse em talvez fazer parte do projeto da Aldeia de uma ou outra maneira, vir a esta oficina de produções coletivas apresentada acima (ao menos aos dois primeiros dias).
De qualquer maneira você sempre será bem-vindo… Embora, para o conforto dos moradores, propomos um horário preferencial das 10 até as 18 horas quando não tem evento especial previsto.

Curiosas e curiosos de começar esta nova etapa, com você se quiser, lhes desejamos o melhor!

O pessoal da Aldeia Maracanã.

 

Resistência na Casa 24

Chamam todxs para ocupar o espaço com um fim de semana de ciclo de atividades.

TODOS JUNTOS CONTRA A ESPECULAÇÃO
Contamos com o apoio de tod@s para contruir um movimento horizontal libertario – OCUPAR RESISTIR LUTAR PRA GARANTIR

Programação:
SÁBADO:

09:00 – Alongamento
10:00 – Rádio ao Vivo
12:00 – Rango Coletivo Vegano – Esquema de pic nic, tragam um rango pra compartilhar.
13:30 – Oficina de Confecção e Malabares com Nunchaco (quem puder trazer madeiras, menos cabo de vassoura)
14:00 – Oficina de Malabares e Brincadeiras com a criançada.
14:15 – Ensaio Aberto AnarcoFunk
16:00 – Cine Feminista
18:00 – Performance Paz & Gil
18:30 Circo na Rua …

DOMINGO:

10:00 – Bicicletada Freegan até a Feira da Gloria
12:00 – Rango Coletivo Vegano – Esquema de pic nic, tragam um rango pra compartilhar.
14:00 – Oficina de Stencil
14:30 – Musica & Poesia na Rua
Us Neguin que ñ se Calam
Paz Berti
Dudu Pererê
E você…
16h – Cine Feminista

Todos os dias:
- Venda de Quitutes Veganos
- Estamos remontando uma biblioteca Anarquista, quem puder ajudar com livros libertários é bem vindx!

Solidariedade à Casa 24 ameaçada de despejo!

A Casa 24 é um espaço cultural anarquista situado no Morro da Conceição, área de interesse no processo de “revitalização” da zona portuária, e atualmente resiste às pressões de determinados grupos para saírem de lá, mesmo tendo apoio da comunidade em suas diversas atividades e eventos. O espaço é muito bom para eventos e não pode morrer assim! Por isso todas as pessoas e coletivos dispostxs a prestar solidariedade e interessadxs na continuação do espaço estão sendo chamados para resistir e debater a situação essa quarta, dia 30 de Maio, a partir de 12h, data que, segunda a ameaça, o coletivo atual tem para sair do espaço. A idéia é estar mobilizando, ocupando e juntando a galera do dia 30 todo até o 31 para evitar um possível desalojo. No mesmo dia, as 18h, ocorrerá a reunião para criação de Forum Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais, mas mesmo  assim quem puder somar antes/depois é muito importante! As pessoas que estão lutando pelo espaço não conseguirão manter a casa sozinhas, TODA SOLIDARIEDADE é necessária!

Convoca-se também o Exército Insurgente de Palhaços para resistirem nessa barricada contra o kapital!

Consulta Pública para regras de remoção e despejo

Via Pela Moradia

Fonte: http://jopbj.blogspot.com.br

Até o dia 23 de maio, está aberta no site do Ministério das Cidades uma consulta pública sobre os procedimentos que devem ser adotados por prefeituras e governos estaduais em casos de remoções causadas por obras públicas financiadas pelo Ministério, de forma a garantir o direito à moradia das pessoas afetadas. Após a consulta, tais procedimentos serão regulamentados por uma portaria cujo texto preliminar está disponível no site do Ministério.Clique aqui para acessá-lo.

Os interessados em participar devem preencher um cadastro no seguinte link:http://www4.cidades.gov.br/consulta_publica/src/sistema/index

Vale a pena lembrar que, no âmbito da Organização das Nações Unidas, já existem vários textos que reconhecem o direito à moradia e, inclusive, definem critérios para a realização de remoções e despejos de forma a garantir este direito.

Na Relatoria da ONU para o Direito à Moradia Adequada, temos, desde 2007, os “Princípios básicos e orientações para remoções e despejos causados por projetos de desenvolvimento”. Além disso, publicamos, em 2010, a cartilha “Como atuar em projetos que envolvem despejos e remoções” e também o folheto “Querem nos despejar. E agora?”, que explicam os princípios básicos em linguagem acessível.

Além disso, em 1997, o Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais da ONU, que monitora a implementação do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC), do qual o Brasil é signatário, publicou o Comentário Geral nº 7, que trata de despejos e remoções forçadas.

Todos estes textos estão disponíveis no site da Relatoria, nos links abaixo:

- Princípios básicos e orientações para remoções e despejos causados por projetos de desenvolvimento

- Cartilha “Como atuar em projetos que envolvem remoções e despejos”

- Folheto “Querem nos despejar. E agora?”

- Comentário Geral nº7.

 

Notícias do acampamento do MNLM-RJ em frente à Secretaria de Habitação do Estado

De MNLM-RJ

O Movimento Nacional de Luta pela Moradia está acampado em frente à Secretaria Estadual de Habitação do Rio de Janeiro desde as 09 horas do dia de ontem, na tentativa de estabelecer diálogo com o Secretário de Habitação, Sr. Rafael Picciani, no sentido de avançar na plataforma da reforma urbana do estado e desatar os nós que têm impedido a concretização de nossas demandas de habitação de interesse social.

Uma das razões que mais mobilizou as nossas famílias foi a ausência de licitação da obra da ocupação Manuel Congo, após mais de quatro anos de luta, segundo o Governo do Estado por uma necessidade de atualizar o orçamento. O Estado afirma que precisa licitar profissional para refazer o orçamento, mas que a sua procuradoria emitiu parecer contrário, sob a justificativa que existem funcionários para a execução do serviço no ITERJ e na CEHAB. Por outro lado, esses profissionais não podem ser utilizados, pois o Estado não poderia “pagar duas vezes” pelo mesmo serviço. Mais uma vez, depois dos mais diversos entraves, a burocracia estatal tem impedido a política de habitação de interesse social de seguir em frente.

Outra questão central é a ameaça de despejo vivenciada pelos militantes da ocupação Francisco Eugênio, que, com mais de 25 anos de existência e muita luta, conseguiu a transferência das terras, antes do RioPrevidência, para o Estado, com a finalidade de regularização fundiária. Contudo, uma vez que os terrenos passaram para o Estado, o mesmo passou a cobrar exorbitantes taxas de ocupação e a inscrever os moradores na dívida ativa, motivo pelo qual muitos tiveram suas contas bloqueadas e estão ameaçados de suas casas irem a leilão.

É importante frisar também a luta contra a remoção e pela urbanização da comunidade Vila Autódromo, que resiste há mais de 40 anos às investidas da especulação imobiliária, e que nesses últimos anos tem sofrido constante ameaça de despejo por parte da prefeitura do Rio de Janeiro, cada hora por um motivo de sua conveniência. A comunidade já demonstrou, através de seu Plano Popular de urbanização, a total viabilidade de sua permanência. Vila Autódromo é situada em terreno do Estado e titulada pelo mesmo, com Concessão de Direito Real de Uso com validade de 99 anos renováveis, o que também demonstra a crença do Estado na viabilidade da comunidade. Acreditamos que é papel do Estado, portanto, defender a sua permanência e garantir a segurança na posse das famílias que aí vivem, devendo o mesmo se posicional face à política municipal.

No entanto, até o presente momento o Secretário de Habitação não nos recebeu, motivo pelo qual permanecemos e continuaremos acampados e mobilizados, até que o mesmo nos receba e avance na nossa pauta de luta. Eis a pauta entregue à Secretaria de Habitação no dia de ontem:

1.    Licitação das Obras de Requalificação, referentes ao contrato PAC/FNHIS com complementação do Estado em que figuram como demanda a Ocupação Manuel Congo e a Ocupação Chiquinha Gonzaga;

2.    Encaminhamentos junto ao INSS, no sentido da desobstrução do prisma de ventilação do Imóvel da Rua Alcindo Guanabara 20, ocupado pelo imóvel 20A (Restaurante Cazuella);

3.    Encaminhamentos para Implantação do Conselho Estadual das Cidades;
4.    Composição e funcionamento do Conselho e Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social e destinação de recursos com acesso direto e autogestão;

5.    Destinação dos Imóveis Públicos Estaduais vazios para Habitação de Interesse Social, em especial os identificados no Centro do Rio no âmbito da parceria com o Ministério das Cidades;

6.    Devolução dos Imóveis em mãos do RioPrevidência que estejam ocupados por população de menor renda e utilizados como moradia ao ITERJ para consequente Regularização Fundiária;
7.    Suspensão das cobranças realizada pelo Rio Previdência aos ocupantes da Rua Francisco Eugênio; suspensão do leilão de suas casas; conclusão da Regularização Fundiária iniciada pelo ITERJ e destinação de recursos para melhoria da infraestrutura local;

8.    Aprovação de demanda por HIS nos demais Municípios do Estado pelo Fundo Estadual de Habitação;

9.    Democratização dos processos na implantação e execução das obras do PAC no Estado do Rio em especial as concernentes a Habitação e Mobilidade;
10. Manutenção e urbanização da Comunidade Vila Autódromo, situada em área do Estado e por ele titulada (Concessão de Direito Real de Uso).
ESTAMOS EM LUTA!!!
POR CIDADES JUSTAS E MORADIAS DIGNAS!!!
REFORMA URBANA JÁ!!!

Material contra as remoções

Panfleto da Chiquinha e da Quilombo – Pinheirinho é aqui

“Pinheirinho é aqui!

A Ocupação Chiquinha Gonzaga, localizada atrás da Central, conseguiu em março de 2009, a Concessão de Direito Real de Uso do prédio. O INCRA o cedeu para a União que o cedeu para o ITERJ (Instituto de Cartografia e Terras do Estado do Rio de Janeiro), já com a finalidade de transformá-lo em habitação popular. Fomos informados pelo ITERJ que só teremos o registro definitivo de direito de uso quando terminar a obra financiada pelo FNHIS (Fundo Nacional para Habitação de Interesse Social). Só que a obra está emperrada porque estão esperando o nosso “generoso” governador, Sérgio Cabral (PMDB), assinar o recebimento do prédio. Ou seja, ele precisa aceitar o prédio que a União está cedendo. Seria tranquilo se a cessão do prédio não estivesse vinculada à condição de dar casa para pobres no centro do Rio. Portanto precisamos pressionar o Cabral para assinar logo os documentos referentes ao prédio da Barão de São Félix 110 e a liberação imediata da obra financiada pelo FNHIS. Com a revitalização da área, fica cada vez mais difícil que trabalhadores pobres garantam seu direito à moradia.

A Ocupação Quilombo das Guerreiras, situada na Av. Francisco Bicalho 49, é mais uma comunidade ameaçada de despejo. Segundo a CDURP (Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto) o imóvel da Companhia Docas possivelmente terá que ser desocupado em Março de 2012. Há mais de cinco anos as famílias ocuparam este prédio. Um prédio abandonado há vinte anos. Servindo a poeira e a especulação imobiliária. Transformado em moradia pelo Coletivo da Ocupação. Hoje, com a negociação das áreas centrais  por conta das  Olimpíadas e da Copa (mascarada de “revitalização” das áreas centrais e Porto Maravilha), todo espaço, principalmente os públicos, passam a ser usados para interesse dos empresários. O trabalhador é empurrado para áreas periféricas, como a Zona Oeste, sem a mínima condição de sobrevivência nestes projetos de reassentamento. Necessidades básicas não são atendidas como: educação, saúde, transporte, lazer. Como você imagina o Centro?  Um lugar fantasma voltado para o turismo, ocupado pelos ricos ou com  espaço também para o trabalhador que constrói esta cidade?

Posicione-se, não se cale diante das injustiças.”

 


O Massacre de Pinheirinho(SP) : A verdade não mora ao lado (legenda em inglês e espanhol)

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Este vídeo revela os jogos de interesses na expulsão dos 9.000 moradores da ocupação Pinheirinho, de 8 anos, em São José dos Campos. Traz, também, imagens do dia da desocupação (22/01) e depoimentos sobre a truculência policial.

ASSISTA TAMBÉM: “ONDE ESTARÃO OS NOBRES? UMA FAMÍLIA DE PINHEIRINHO 1 DIA ANTES DO MASSACRE”: http://youtu.be/YHUiFYtwXOA

Coletivo de Comunicadores Populares
www.comunicadorespopulares.org

Filmagem e entrevistas: Cristina Beskow, Yan Caramel, Gabriel de Barcellos
Edição: Jefferson Vasques

Errata: No vídeo se fala em 6.000 moradores, quando o certo seria 9.000.

Ocupação Guerreiros Urbanos

Momentos antes do despejo da mais recente tentativa de ocupação promovida pelo coletivo Guerreiros Urbanos. Prédio localizado em Santa Teresa há mais de 10 anos abandonado, infelizmente não foi dessa vez, mas seguiremos com força!

Salve Guerreirxs!

Clipe da Guerreiros urbanos

Música sobre a vitoriosa Ocupação Guerreiros Urbanos, que apesar de violentamente despejada pela polícia, manteve o sonho e a esperança de muitos, estimulou novas abordagens sobre a vida, cultivou solidariedade e alertou o movimento social sobre o terrível poder que o Estado exerce e pode exercer sobre a liberdade das pessoas.

As imagens são dos dois despejos ocorridos no mesmo prédio ainda abandonado, enquanto milhares estão nas ruas sem um teto.

Salve a Guerreiros Urbanos e a Guerreiros do 510!

Carta aos meus companheiros de luta por Filipe Proença

Carta aos meus companheiros de luta

 

Resolvi escrever uma breve carta dando notícias sobre o processo instaurado contra mim referente ao despejo da ocupação “Guerreiros Urbanos”, ocorrido no dia 13 de dezembro de 2010, há cerca de um ano atrás. Resisti durante bom tempo por escrever essas palavras, mas achei que esse seria um momento oportuno para tal. Já que são muitas e muitos que eu gostaria de agradecer e de informar das boas novas, optei por fazer isso por esse meio. Read More