[Espanha] Detido e preso um companheiro anarquista em Madri

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Em 6 de julho de 2014, nosso companheiro Yago foi preso sob a acusação de danos, tentativa de incêndio e delito aos direitos fundamentais.

Esta detenção insere-se na onda de repressão contra o anarquismo, sendo mais um caso dos vários que temos visto nos últimos tempos, nos apontando como os responsáveis por todos os males da sociedade e em muitas ocasiões chegando a montagens ridículas.

A nós, amigos, amigas e companheiros, companheiras, não importa se ele é inocente ou culpado. É nosso companheiro e terá o nosso apoio.
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[Esparta, Grécia] Faixa solidária com o guerrilheiro Nikos Maziotis

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Gesto solidário, a partir da cidade de Esparta, com o compa Nikos Maziotis – membro da Luta Revolucionária que foi ferido e detido após um tiroteio com a polícia no centro de Atenas a 16 de Julho – que se encontra internado no hospital de Evangelismos. Na faixa pode ler-se: “O Estado e o Capital são os únicos terroristas. Solidariedade com o companheiro e lutador Nikos Maziotis.”

A paixão pela liberdade é mais forte que todas as prisões!

 

Fonte: Contra Info

[Itália] Novas detenções de compas por ações NO TAV

Segundo informa um breve comunicado de Milão, a 11 de julho, pela manhã, foram detidos os compas Lucio Alberti, Francesco Sala e Graziano Mazzarelli. Os três encontram-se acusados ​​de ter participado de várias formas no ataque às obras do TAV em Chiomonte, na noite de 13 para 14 de Maio. Trata-se do mesmo caso dxs compas Chiara Zenobi, Claudio Alberto, Mattia Zanotti e Niccolò Blasi. Para além disso, outro companheiro, Andrea, foi registrado no âmbito deste último golpe repressivo, como pessoa com conhecimento dos factos.
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[Génova, Itália] Voltam a ser confirmadas as condenações para Alfredo Cospito e Nicola Gai

Génova, 11 de Julho

O tribunal de apelação confirmou integralmente a condenação do primeiro grau, com rito abreviado, pelas lesões ao Administrador Delegado da Ansaldo Nucleare, Roberto Adinolfi: 10 anos e 8 meses a Alfredo e 9 anos e 4 meses para Nicola. No primeiro grau (são 3) os companheiros tinham reivindicado, na sala de audiências, a ação e a sua pertença como únicos componentes do núcleo Olga FAI/FRI. Na apelação, recusaram-se a assistir à farsa processual por videoconferência.

 Fonte: Contra Info

[Maranhão] Operação de guerra realiza despejo ilegal e promove prisão de lavradores no Maranhão

 

Operação de guerra realiza despejo ilegal e promove prisão de lavradores no P.A São Francisco, Bom Jesus das Selvas, Sudoeste do Maranhão, para favorecer a SUZANO PAPEL CELULOSE. Confira artigo de Diogo Cabral, advogado da CPT Maranhão.

 

 

Diogo Cabral- assessor jurídico da FETAEMA e CPT/MA

 

 

No último dia 15.07.2014, dezenas de trabalhadores rurais assentados da reforma agrária do P.A São Francisco, município de Bom Jesus das Selvas-Ma, foram brutalmente despejados de suas casas e roças por policiais militares, que deram cumprimento à decisão judicial ilegal prolatada pelo juiz da Comarca de Buriticupu, AILTON GUTEMBERG CARVALHO LIMA, em favor de grileiros de terra que arrendaram área pública para a Suzano Papel Celulose.

 

 

Entenda o caso:

 

 

Em 2002, após anos de luta pela terra, o INCRA criou projeto de assentamento destinando três mil hectares para 40 famílias. Passados dois anos, em 2004, o ex-deputado federal da Bahia Francistônio Pinto, já falecido, alegou ser dono de parte do P.A e ingressou com ação de reintegração de posse, que culminou com o primeiro despejo contra as famílias de trabalhadores rurais. Após várias perícias, ficou constatado que mais de mil hectares de terras foram apropriadas ilegalmente pelo fazendeiro. Contudo, apesar de todas as evidências, o INCRA pouco fez para reverter a situação de injustiça e violência. Após o primeiro despejo, mais de 20 famílias não conseguiram pagar os empréstimos contraídos juntos ao BND (Pronaf) e até hoje estão com restrição de crédito.

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[Amazônia] Xavantes denunciam incêndios criminosos na TI Marãiwatsédé

Incêndios criminosos voltam a ocorrer na Terra Indígena mais devastada da Amazônia Legal. Confira matéria da AXA (Articulação Xingu Araguaia) sobre as queimadas na terra indígena Marãiwatsédé, no Mato Grosso. Read More

Nota sobre a manifestação “Não vai ter Final”, dia 13/07 – final da Copa do Mundo.

final da copa 8Neste domingo, 13 de julho, aconteceu a última manifestação “Não vai ter Copa”, no dia da final da Copa do Mundo, na Praça Saens Pena. O protesto foi composto por dois atos: um às 13h chamado por organizações de moradores de favelas, com o nome “A festa nos estádios não vale as lágrimas na favela”, que contou com várias atividades culturais; e o segundo com o nome “Não vai ter Final”, organizado pela FIP (Frente Independente Popular), inicialmente marcado para as 14h. Read More

Nota da CAB sobre as prisões e as criminalizações no final da Copa

[CAB] Prisões e mais criminalização marcam o final da Copa do Mundo no Brasil

 

 

Retirado de http://anarquismo.noblogs.org/?p=103

Desde seu início, a Copa do Mundo foi desastrosa para os setores oprimidos do país. Sua elaboração já indicava a forte censura que sofreriam todos aqueles e aquelas que estão no caminho contrário de suas ações. A Copa, com suas leis e regimentos colocou em situação de risco os precários direitos dos povos do Brasil. A lista de situações de opressões é gigantesca e o desfecho de sua estadia aqui, deixa um “legado assombroso” em termos de criminalização e perseguição política que demonstra a verdadeira face do Estado e do capital.

Sabemos que as críticas que foram feitas a este megaevento surgem com as insatisfações da população em geral e certamente estas insatisfações encontram abrigo maior no seio dos mais oprimidos. A violência contra a pobreza, que já era prática constante dos governos e suas polícias se intensifica neste período e as comunidades padecem nas mãos de uma aparato repressivo e assassino, a população de rua se torna muito mais vulnerável à agressões daqueles que “defendem a ordem”, os ambulantes, os trabalhadores informais são atacados e roubados pela “fiscalização Estatal” para que não possam macular as grandes patrocinadoras e as grandes marcas, as 250 mil famílias que perderam suas casas por contras das obras da Copa também estão sofrendo fortes consequências por parte desta política desenvolvimentista.

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[Suíça/Itália] Atualização sobre o processo contra Costa, Silvia e Billy

 

Solidariedade com Sílvia, Costa e Billy. Por cada animal enjaulado, por cada rio seco, por cada bosque desmatado…em solidariedade com xs nossxs companheirxs, vingança!

Olá a todxs:

Em Dezembro de 2013 saíram algumas “novidades” sobre o nosso caso e de forma resumida vamos atualizá-las.

Tínhamos feito um recurso, através dos nossos advogados, à sentença emitida no processo de Bellizona (Suiça).

O recurso foi aceito pelo Tribunal Federal de Lausana que ordenou a reformulação da sentença, dando possibilidade às partes envolvidas de argumentar novamente as suas posições, à luz de alguns documentos que, num primeiro momento, o ministério público federal tinha deixado fora das acusações depositadas e que, mais tarde, sempre por ordem do Tribunal Federal de Lausana, se viram obrigados a admitir nas atas. Estes documentos eram basicamente uma troca de informações entre o ministério público federal, a Ucidigos (departamento antiterrorista italiano) e o sistema informativo da Europol SIENA (“Aplicação de Intercâmbio Seguro de Informações“) sobre nós e alguns dos ex-companheiros de habitação, que continham informações de diverso tipo mas não secretas, como sítios de residência, participação em coletivos de redação, antecedentes, tendências políticas atribuídas e inclusivamente…ex-namoradxs. Apesar de tudo isto, estes documentos estavam marcados com o código “H” e a própria web da Europol informa-nos que é o código usado para as informações “confidenciais”. Informações por outro lado muito imprecisas, se não, erradas.
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[Ucrânia] Declaração dos trabalhadores autônomos de Kharkiv sobre a criação do centro social e cultural

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Saudações revolucionárias a todos os camaradas solidários do mundo!

Nós somos os trabalhadores da Ucrânia e membros ativos dos mais massivos e radicais protestos das últimas décadas desenvolvendo continuamente o movimento de classe autônomo.

O levante antigovernamental que começou no último outono se desenvolveu em um massacre destrutível para as classes trabalhadoras. Naturalmente, as classes altas da Rússia e Ucrânia facilmente impuseram valores de patriotismo e ódio inter-racial para as massas trabalhadoras.
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