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		<title>Violência no despejo da Aldeia Maracanã</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 20:24:55 +0000</pubDate>
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		<title>O que a mídia burguesa não mostra &#8211; Violência de Estado contra a Aldeia Maracanã</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 23:58:35 +0000</pubDate>
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<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://autogestao.org/o-que-a-midia-burguesa-nao-mostra-violencia-de-estado-contra-a-aldeia-maracana/"><img src="http://img.youtube.com/vi/mjtkoU33GH4/2.jpg" alt="" /></a></span>
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		<title>A Copa se paga com sangue &#8211; o Estado de Sítio é aqui</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 23:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Companheirxs, hoje no despejo brutal da Aldeia Maracanã ficou claro que POLÍCIA NÃO É CLASSE TRABALHADORA! O Rio de Janeiro assiste cotidianamente a PM agredir e assassinar pessoas: movimentos sociais, pobres, negrxs, jovens, índixs, faveladxs. Com a preparação para os mega-eventos vemos a cidade ser &#8220;limpa&#8221; (ou como se chama, revitalizada) à banho de sangue [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/601501_586207208056773_1438255059_n.jpg"><img title="601501_586207208056773_1438255059_n" src="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/601501_586207208056773_1438255059_n.jpg" alt="" width="931" height="549" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Companheirxs, hoje no despejo brutal da Aldeia Maracanã ficou claro que POLÍCIA NÃO É CLASSE TRABALHADORA! O Rio de Janeiro assiste cotidianamente a PM agredir e<a href="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/579105_387611181346287_637089887_n.jpg"><img class="alignright  wp-image-1317" title="579105_387611181346287_637089887_n" src="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/579105_387611181346287_637089887_n.jpg" alt="" width="218" height="290" /></a> assassinar pessoas: movimentos sociais, pobres, negrxs, jovens, índixs, faveladxs. Com a preparação para os mega-eventos vemos a cidade ser &#8220;limpa&#8221; (ou como se chama, revitalizada) à banho de sangue com despejos forçados de comunidades, ocupações urbanas, até de escolas, com a expulsão branca pela especulação imobiliária e aumento do custo de vida, com militarização pesada como as UPPs, pela transformação da cidade em um grande sonho falido neo-liberal, onde uma face que prevê o luxo e a ilusão em grandes bolhas de diversão e beleza, pressupõe a morte e a repressão para calar xs oprimidxs. Os abusos da polícia não são uma degeneração da instituição policial, a polícia é a própria degeneração!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/indio8465_2.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1316" title="indio8465_2" src="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/indio8465_2.jpg" alt="" width="259" height="360" /></a>Para retirar os indígenas do prédio, que foi praticamente vendido junto ao complexo para empreiteras e mega empresários, o choque cercou o Maracanã mostrando que o Estado de Sítio é aqui. Expulsos à gás de pimenta, gás de efeito moral e muita violência, os índios e os apoios da Aldeia foram expulsos à bomba de perto do estádio. Isso mostra primeiro o total descaso com as etnias indígenas que vivem uma vida precária na margem da inserção da sociedade capitalista ocidental. A polícia e o governo quer mais é que os índios se somem ao contingente explorado da população, ocupando sub-empregos e morando em favelas e bairros de subúrbio. Ao mesmo tempo, as ruas da Radial Oeste tomadas pelo gás das bombas de efeito moral nos mostram nada mais nada menos que a propriedade e o capital, protegidos em blindados e caveirões pelo Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso chamamos a todxs os movimentos sociais, militantes e apoiadorxs para continuar na resistência mesmo com a desocupação do prédio. Hoje fomos violentadxs, fomos presxs, mas também fomos fortes e resistimos. Ocupamos as <a href="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/426445_213253392132514_1233669833_n.jpg"><img class="alignright  wp-image-1323" title="426445_213253392132514_1233669833_n" src="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/426445_213253392132514_1233669833_n.jpg" alt="" width="418" height="314" /></a>ruas o dia inteiro em várias partes da cidade mesmo com toda a violência, porque acreditamos que ainda existe dignidade para o povo, porque queremos nossas vidas e nossa cidade de volta, porque queremos decidir sobre nossas vidas, porque é brutal pessoas morarem na rua por causa do capital, porque é brutal índios, que no campo fogem à bala dos latifundiários, na cidade serem trabalhadores explorados, ou virarem mendigos (cabe lembrar que o governo ofereceu um abrigo para inválidos, idosos abandonados e viciados como opção de moradia).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>AMANHÃ (sábado 23/03) às 10H REUNIÃO NO SEPE (Evaristo da Veiga 55)!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong>É importante também prestar solidariedade axs manifestantes presxs, pois muitxs ainda não<a href="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/602008_551439171568145_867273119_n.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1322" title="602008_551439171568145_867273119_n" src="http://autogestao.org/wp-content/uploads/2013/03/602008_551439171568145_867273119_n.jpg" alt="" width="480" height="462" /></a> sabemos o que aconteceu. E também temos a informação da cobrança de fianças para xs compxs ainda presxs. Vamos nos mobilizar, a brutalidade é uma vergonha, mas tem que virar indignação e organização!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Solidariedade a compa Felicity</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 16:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Convocatoria a una jornada de solidaridad del 21 de febrero al 7 de marzo, con la compañera anarquista en fuga Felicity Ann Ryder. Con un saludo fraterno abrazamos a todxs lxs corazones antiautoritarixs que nos leen en distintos puntos. A todxs lxs que en su tiempo y modo combaten con decisión y firmeza cada institución [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/60200958" width="660" height="371" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p><strong>Convocatoria a una jornada de solidaridad del 21 de febrero al 7 de marzo, con la compañera anarquista en fuga Felicity Ann Ryder. </strong></p>
<p lang="es-ES">Con un saludo fraterno abrazamos a todxs lxs corazones <img class="alignleft" title="fr" src="http://solidaridadfelicity.files.wordpress.com/2013/02/convo-fel.jpg" alt="" width="245" height="490" />antiautoritarixs que nos leen en distintos puntos. A todxs lxs que en su tiempo y modo combaten con decisión y firmeza cada institución y símbolo del engranaje del capitalismo patriarcal, la opresión, la domesticación y la farsa del poder.</p>
<p lang="es-ES">Compañerxs, hacemos este llamado desde algún lugar del monstruo para lanzar nuestros aullidos siempre solidarios hacia nuestra hermana y compañera Felicity Ann Rider, que se mantiene prófuga de las garras del estado desde hace poco más de siete meses. La madrugada del 27 de junio de 2012, ocurrió un desafortunado episodio: un artefacto explosivo detonó dejando herido (y posteriormente encarcelado durante 6 meses) a nuestro compa Mario López “Tripa”, que ahora está en “libertad” condicionada y aún bajo proceso. Después de que las fuerzas policiales del Gobierno del Distrito Federal encontraran su pasaporte y ante el riesgo de ser también encarcelada, nuestra compañera Felicity comenzó su fuga.</p>
<p lang="es-ES">A raíz de esto, sabemos que el hostigamiento a sus familiares en su país de nacimiento (Australia) y en las llamadas redes sociales, ha sido constante. Además es posible que se hayan abierto más investigaciones en otros países intentando vincularla a diferentes núcleos de acción del anarquismo. Todo esto forma parte del montaje policial internacional para atacar la movida ácrata y así imponer el miedo y terror para intentar (fallidamente) inmovilizarnos.</p>
<p lang="es-ES">Sabemos de la difícil situación que durante todos estos meses debe estar atravesando Felicity. La clandestinidad, a pesar de ser una mejor opción que las rejas frías y cínicas de una cárcel, se convierte también en un modo de prisión que impide gozar de plena libertad por la amenaza de una posible detención. Esta situación conlleva muchas dificultades de movilidad para actividades propias de subsistencia y lucha; el aislamiento y alejamiento de seres queridxs y el abandono de planes de vida propios. La clandestinidad como necesidad, y no como privilegio de alguna vanguardia autoritaria, requiere también de nuestra solidaridad, ya que el obligar a compañerxs a estar en constante huida, de a poco va minando la tan añorada libertad. Además no se cuenta con el mismo apoyo material y emocional que una persona en prisión.</p>
<p lang="es-ES">Sabemos que en cualquier lugar donde se encuentre nuestra compañera Felicity, sigue firme en sus convicciones de anarquista y burlándose del enemigo, sin dejar de atacarlo, cara a cara. Desde aquí le mandamos un caluroso saludo y convocamos a todxs los esfuerzos antiautoritarios a realizar una semana de actividades, saludos y gestos solidarios con nuestra compañera Felicity, del 21 de febrero al 7 de marzo, cada quien(es), en su tiempo y forma, para que sepa que no está sola y que la solidaridad entre anarquistas de lucha no es solo palabra escrita o un adorno en los bonitos panfletos “revolucionarios”.</p>
<p lang="es-ES"><strong>La solidaridad para nosotrxs también es un arma que destruye al poder.</strong></p>
<p lang="es-ES"><strong>Queremos recordar también a otrxs compañerxs en fuga, como es el caso del compa Hans Niemeyer, perseguido por el Estado $hileno, o Giannis Mihailidis y Dimitris Politis en Grecia. Un saludo indómito a todxs lxs compañerxs anarquistas presxs y profugxs en el mundo.</strong></p>
<p lang="es-ES"><strong>¡¡¡Jamas vencidxs, jamás arrepentidxs¡¡¡¡</strong></p>
<p lang="es-ES"><strong>Libre y Salvaje, ¡¡¡Felicity Presente¡¡¡</strong></p>
<p lang="es-ES"><strong>No estás sola, compañera ¡¡¡¡muchxs acompañamos tu lucha y abrazamos tus convicciones¡¡</strong></p>
<p><strong>¡Libertad para todxs lxs presxs de la guerra social!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pd: Si quieren enviar información sobre la actividad que realizaron, pueden escribir a <a href="https://fruiteater.riseup.net/sm/src/compose.php?send_to=solidaridad_felicity%40riseup.net">solidaridad_felicity@riseup.net</a>. También pueden<br />
consultar la página www.solidaridadfelicity.wordpress.com.</p>
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		<title>Destruir casas e escolas: a &#8220;revitalização&#8221; da área portuária‏</title>
		<link>http://autogestao.org/destruir-casas-e-escolas-a-revitalizacao-da-area-portuaria%e2%80%8f/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 18:43:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O despejo do Colégio Estadual Vicente Licínio Cardoso: Nota pública redigida pelo Grupo de Educação Popular (GEP)    Os profissionais da educação que trabalham no Colégio Estadual Vicente Licínio Cardoso tem passado por diversas dificuldades. No ano passado, praticamente ao longo de todo o segundo semestre tiveram que conviver com o barulho de máquinas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O despejo do Colégio Estadual Vicente Licínio Cardoso: Nota pública redigida pelo Grupo de Educação Popular (GEP)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">   Os profissionais da educação que trabalham no Colégio Estadual Vicente Licínio Cardoso tem passado por diversas dificuldades. No ano passado, praticamente ao longo de todo o segundo semestre tiveram que conviver com o barulho de máquinas e explosões, bem atrás da escola, efetivadas 24h pela concessionária que opera as obras de revitalização da área portuária. Além de tentar remover 800 famílias do Morro da Providência, despejar diversos cortiços e ocupações sem-teto, entregar verbas, solos e edifícios públicos para o capital privado, a “revitalização” e suas empresas ignoram a existência das escolas e dos que nelas estudam e trabalham. Em 2013, as obras continuam, mas os alunos, professores e funcionários do Colégio Estadual, no período noturno, não. Estes foram despejados do prédio compartilhado com a Escola Municipal Vicente Licínio Cardoso, que funciona pela manhã e pela tarde no edifício localizado bem ao lado da Praça Mauá, sendo jogados para outro prédio compartilhado com o município, na Rua Souza e Silva 16 (ao lado do Hospital dos Servidores, no bairro da Saúde), onde funciona a Escola Municipal Darcy Vargas.<br />
Além da arbitrariedade do despejo, informado à direção da escola nas vésperas do início do ano letivo, o que podemos avaliar deste caso? Em primeiro lugar, a continuação da política de despejos de escolas e demissão de funcionários acelerada em 2012 (quase todos os funcionários da escola foram demitidos). Em segundo lugar, o jogo sujo que envolve a política de revitalização da área portuária, já que os interesses das empresas sobrepõem-se à preocupação com a educação pública (se falássemos de uma grande escola particular, será que teríamos obras que impediriam aulas? Despejos seriam feitos do dia para a noite e para condições péssimas?), e, em terceiro, o total descaso com a vida de alunos e profissionais da educação. Por que dizemos isso? Pois para a escola aonde foram jogados, além da falta de condições básicas para a prática pedagógica – sala e banheiro para professores e funcionários, carteiras para adultos (a maioria das carteiras são para crianças do ensino infantil), sala de informática e refeitório, etc. -, existe, bem na porta da escola, grupos de usuários de craques, venda de drogas, entre outras coisas. Com certeza, nenhum membro do governo e da Secretaria Estadual de Educação já circulou por esta rua à noite e nem se preocupou com as condições de trabalho e ensino dos seus “despejados”.<br />
Por fim, vale destacar a força dos professores desta escola que têm se mobilizado contra esta situação. Como Grupo de Educação Popular (GEP), que organiza três projetos de educação popular na área portuária (no Morro da Providência e na Ocupação sem-teto Quilombo das Guerreiras) e reúne professores de diversas escolas do Estado, ajudamos a denunciar esta política de destruição da educação pública e a construir caminhos que sirvam aos trabalhadores. Mesmo sem a devida ajuda da direção do SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação), o que demonstra como o sindicato está afastado da categoria e sem o reconhecimento desta, precisamos tocar a luta, nos organizar nas escolas, nas comunidades, nas assembleias de base do sindicato (espaço onde ainda temos direito de voz e voto), e mobilizar para uma grande luta este ano contra a política de educação de Sérgio Cabral e Risolia, ainda que seja por meio de fortes greves e ocupações.</p>
<p>GRUPO DE EDUCAÇÃO POPULAR (GEP)</p>
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		<title>Bariloche: prisões e mais prisões</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 19:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[anticárcere]]></category>
		<category><![CDATA[resistência]]></category>
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		<description><![CDATA[Em Bariloche 5 pessoas foram presas acusadas de organizar um saqueio coletivo que aconteceu dia 20 de Dezembro. Quase um mês depois, 8 pessoas (inclusive 2 menores) são detidas por se solidarizar com xs presxs. Via Radio Sabotaje (Argentina) CompA preso x solidarizar con lxs presxs del sakeo del 20 de diciembre en Bariloche 24 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Bariloche 5 pessoas foram presas acusadas de organizar um saqueio coletivo que aconteceu dia 20 de Dezembro. Quase um mês depois, 8 pessoas (inclusive 2 menores) são detidas por se solidarizar com xs presxs.</p>
<p>Via Radio Sabotaje (Argentina)</p>
<p>CompA preso x solidarizar con lxs presxs del sakeo del 20 de diciembre en Bariloche</p>
<p>24 de enero 2013, desde bariloche</p>
<p>El 20 de diciembre en Bariloche, así como en muchas ciudades más de la región dominada por el estado argentino,  la gente ante tanta impunidad y miseria salió a tomar lo que necesita. Este estallido es expresión de la situación social altamente inflamable y desigual que vivimos. Los enfrentamientos violentos entre la gente de Bariloche y la mano armada del estado no asombran por estos lados.</p>
<p>Por estos hechos el 13 de enero se encarcelaron, con muchas irregularidades, a 5 personas: Miguel Mansilla, José Paredes, Catalina Lineros (integrantes de la coop. de trabajo “1º de mayo. Trabajadores libertarios”), Haydee Grande y Gisel Poblete acusadas de ser lxs instigadorxs de “los sakeos”. Los varones están detenidos en Viedma y  las mujeres estuvieron detenidas en Fiske Menuko (Gral Roca) y hoy konseguimos el traslado a la comisaria de Dina Huapi.</p>
<p>En esta lucha por la libertad de lxs presxs del sakeo en Bariloche hay varios compas anarquistas que solidarizamos a pesar de las diferencias que hay con personas que dicen llamarse anarquistas y tienen prácticas autoritarias con sus “compañerxs” y se prenden en el asistencialismo estatal. Esta es una lucha que apoya a lxs familiares y amigxs de lxs presxs del sakeo, contra el aparato judicial criminalizador de la protesta social y de la pobreza, contra  la impunidad del estado y el intento de encasillar y reducir el estallido social a un hecho organizado por unxs pokxs. Cuando hay otro problema de fondo: El estado como generador y reproductor de la miseria. Se necesita de esta organización estatal para que lxs burguesxs conserven sus beneficios a costa de la explotación y el abuso.</p>
<p>Sus familiares y amigxs no se kedaron kietxs ante la injusticia inherente a la estructura estatal. En la última semana se realizaron distintas actividades de difusión de lo que está ocurriendo y para reclamar la libertad inmediata de todxs lxs detenidxs: se recorrieron radios locales informando de la situación, algunxs familiares y amigxs realizaron un corte informativo en la ruta nacional 40 el viernes 18 de enero, se realizo un festival artístico en el Centro Cívico el sábado 19 de enero, las mujeres detenidas comenzaron una huelga de hambre el 20 de enero (exigiendo que se cumpla la orden de traslado a Bariloche dictada por las monstruo-autoridades de Gral. Roca, por acercamiento familiar. Que hoy fue conseguido) y el lunes 21 de enero familiares y amigxs realizaron un 2º corte informativo en la R.N nº 40. Este último es una de las nuevas noticias…</p>
<p>A las 17 hs llega un cerdo gendarme con un oficio enviado desde el despacho del juez federal de Bariloche Moldes intimando a que se desaloje la ruta 40, de lo contrario serian desalojadoxs por la fuerza, o sea, reprimidxs. Ante esta situación lxs familiares y amigxs que se encontraban realizando el corte deciden levantarlo y le comunikan a lxs represorxs nacionales  que en cuanto se terminen de kemar las gomas k kedan se van. Lxs gendarmes, aprovechando ese momento de cercanía física, agarran a uno de los manifestantes del brazo y lo arrestan; lo que generó un forcejeo entre ambos grupos para liberarlo y un saldo de 8 detenidxs, de lxs cuales 2 son menores de edad. Por qué los detienen cuando se había acordado el levante del corte?</p>
<p>Durante el traslado al escuadrón 34 de Bariloche de la gendarmería algunxs de lxs detenidxs fueron golpeadxs y, ya dentro, uno de los menores fue agredido verbalmente y golpeado por lxs verdugxs racistas ya que en su cuerpo se manifiesta la descendencia mapuche.</p>
<p>Estan acusados por violar el articulo 194, interrumpir el libre transito, agravado por daños, resistencia y lesiones a la autoridad. El juez federal de la causa es Moldes, conocido por perseguir a lxs luchadorxs de la zona, y la abogada es Marina Schifrin, quien presentó un pedido de excarcelación que fue denegado debido a los agravantes (el tan konocido kombo facho). Por el momento, en lo que respecta al aspecto judicial, hay que juntar pruebas para sacar los agravantes y así poder conseguir la excarcelación. El juez tiene hasta los primeros días de febrero para responder a esta apelación.</p>
<p>Hoy las 3 mujeres se encuentran detenidas en las instalaciones de la policía federal de Bariloche, una de ellas fue golpeada y están siendo constantemente amenazadas con traslados a otras ciudades. Los 3 varones se encuentran en el  escuadrón 34 de gendarmería nacional.</p>
<p>Hoy unx de lxs compas está preso por solidarizar, por extender la lucha contra los abusos y la impunidad del estado.</p>
<p>EXIJIMOS LA LIBERTAD INMEDIATA DE TODXS LXS DETENIDXS!!</p>
<p>BASTA DE REPRIMIR A KIENES RECLAMAN Y NO SE KEDAN KIETXS ANTE LA IMPUNIDAD DEL ESTADO!!</p>
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		<title>Moradores de Xerém continuam abandonados após enchente</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jan 2013 19:45:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Via A Nova Democracia. No Rio de Janeiro, todo verão é a mesma coisa: favelas e bairros pobres sãodevastados por chuvas torrenciais mais do que típicas entre os meses dedezembro e abril. Mesmo assim, empurradas para as áreas de risco por conta daspéssimas condições de habitação oferecidas aos pobres, milhares de pessoasmorrem ou ficam desabrigadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Via <a href="http://www.anovademocracia.com.br/no-102/4478-chuvas-na-baixada-fluminense-tragedia-ou-crime-premeditado">A Nova Democracia</a>.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://autogestao.org/moradores-de-xerem-continuam-abandonados-apos-enchente/"><img src="http://img.youtube.com/vi/H6Is_M_Ynlg/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p><span style="font-size: small;">No Rio de Janeiro, todo verão é a mesma coisa: favelas e bairros pobres sãodevastados por chuvas torrenciais mais do que típicas entre os meses dedezembro e abril. Mesmo assim, empurradas para as áreas de risco por conta daspéssimas condições de habitação oferecidas aos pobres, milhares de pessoasmorrem ou ficam desabrigadas todos os anos por conta das chuvas de verão. Esseano, a bola da vez foi o distrito de Xerém, no município de Duque de Caxias,região metropolitana do Rio de Janeiro. Durante uma forte chuva que atingiu olocal, a passagem de uma tromba d’água pelo Rio Capivari — que corta o distrito — fez com que centenas de casas fossem arrastadas pela lama, deixando trêsmortos e cinco mil desabrigados.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Nosdias seguintes, foi grande a luta dos moradores atingidos para resgatar o quesobrou de seus pertences em meio a um emaranhado de lama, esgoto e lixo. Nossareportagem esteve no local e conversou com diversos moradores. Em prantos, DonaIdelci, de 52 anos, escavava a espessa camada de barro dentro de sua casa aprocura de seus documentos.</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">— <em>Nós não podemos dormir em casa porque nãotemos mais nada. A gente está na casa de uma irmã da igreja e estamos vindotodos os dias para tirar o barro de dentro de casa. Mas não temos condições deficar aqui, porque tem muito barro, as paredes estão cheias de rachaduras, asportas foram destruídas, nós não temos mais camas. Perdemos tudo. Nossosentimento é de tristeza, mas você sabe como é vida de pobre: temos que estarsempre preparados para recomeçar tudo, já que, do Estado, nós só estamosrecebendo promessas</em></span><span style="font-size: small;"> — conta a aposentada.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Alémdo desespero para tentar salvar os frutos de anos e anos de trabalho, moradoresde Xerém sofrem com a ganância dos empresários locais donos de redes desupermercados. Dias depois da tragédia, panos-de-chão estavam sendo vendidospor 5 reais e garrafões de 20 litros de água por 30 reais.</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">—<em>Isso é uma vergonha. Eu e minha netaficamos bebendo água da bica nos primeiros dias por conta disso. Parece queesse povo, quanto mais dinheiro ganha, pior fica</em></span><span style="font-size: small;"> — disse Dona Idelcy. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Outravítima, o jovem estudante Jonatas da Silva, de 18 anos, disse que estavaacordado quando o nível da água do Rio Capivari começou a subir rapidamente.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">— <em>Eu estava acordado na hora que tudo começoua acontecer. Começou a chover muito e o nível da água começou a subir. Daqui apouco começou a sair água do ralo, das torneiras. Eu peguei o meu pai e a minhamãe e levei eles para fora de casa. Não sobrou nada. A casa foi completamentedestruída. Agora haja força para comprar todas as coisas de novo. Comprar umterreninho para construir e recomeçar a vida. Até agora ninguém do Estadoprocurou a gente para nada. Nem para dar uma garrafa d’água. Eles dizem: temque pegar um papel. Aí você vai, pega o papel, preenche e eles dizem: agora,tem que levar o papel em outro lugar. Você vai no lugar, entrega o papel e elesfazem você preencher outro papel e levar em outro lugar. Tudo isso para receberuma ajuda de 400 reais que ninguém recebeu de verdade ainda </em></span><span style="font-size: small;">— protesta.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Umanotória figura local que esteve nas áreas atingidas ajudando as vítimas foi ocantor e compositor Zeca Pagodinho. Em entrevista à TV Bandeirantes, o sambistadisse ter “nojo desses políticos”, já que pouco foi feito pelos desabrigadosaté agora. Durante a passagem de nossa reportagem por Xerém, muitos moradoresdesabafaram. É o caso do desempregado Carlos Alberto da Silva, de 59 anos. Dianteda inércia dos gerenciamentos de turno em ajudar as vítimas das chuvas naregião serrana, em 2011; e no morro do Bumba, em 2010, ele acha que o destinodos moradores de Xerém não será diferente.</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: small;">— <em>Eu moro aqui há 40 anos. O prédio onde eumorava tinha três andares. Caiu tudo. Meu sentimento é de impotência por terperdido tudo que eu tinha já com 59 anos de idade. E, pelo visto, nós não vamosganhar nada da prefeitura. Esse tal de aluguel social que eles falaram que iamdar, começaram dizendo que era 600 reais, depois baixou para 500, depois para400 e agora eles não estão nem mais falando no assunto. Colocaram uma pedra emcima. Nós estamos muito tristes. Se a gente não tivesse os parentes, estaríamosna rua. Você vê que nessas regiões de Friburgo, Teresópolis, no morro do Bumbaem Niterói, ainda tem muita gente flagelada que, até hoje, não recebeu nada.Você acha que aqui vai ser diferente? Até agora, nem a defesa civil veio aquiavaliar nada</em></span><span style="font-size: small;"> — conta.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Especialistaem geotécnica do Departamento de Engenharia Civil da Pontifícia UniversidadeCatólica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Alberto Sayão, diz que era possívelprever a catástrofe, já que, há anos, a situação dos moradores da região eravisivelmente arriscada.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">—</span><span style="font-size: small;"><em> Foi uma tragédia anunciada, um desastreprevisto. Alguém tem que ser responsabilizado. Os escorregamentos acontecem porcausa de três fatores: camada fina de solo, forte inclinação e grandequantidade de chuva. O rio vai sempre reconquistar o seu espaço. É possívelprever com exatidão as áreas de inundação</em></span><span style="font-size: small;"> — explica.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Omorador Wilson dos Santos, de 39 anos, reclama que, apesar de culpados pelatragédia em todos os aspectos, a prefeitura de Caxias e os gerenciamentosestadual e federal, até agora, nada fizeram pelo povo de Xerém, que seguecontando apenas com a ajuda de pessoas comuns, que continuam enviando donativospara as vítimas da chuva.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">—</span><span style="font-size: small;"><em> Eu fui nascido e criado aqui e nunca viuma coisa dessas. É só tristeza. 50 a 70% da população aqui perdeu tudo quetinha. E agora a gente, que é pobre, vai ter que ficar na mão desses governosaí</em></span><span style="font-size: small;"> — acusa.</span><span style="font-size: small;"><br />
</span></p>
<div align="center"><strong><span style="font-size: medium;"><br />
Ano novo, velha história</span></strong></div>
<p><span style="font-size: small;">Todosos anos, assistimos notícias de tragédias em favelas e bairros pobres por contadas chuvas de verão e início de outono. Em janeiro de 2010, cerca de 40 pessoasmorreram depois que uma série de deslizmentos atingiu o município de Angra dosReis, no sul do estado do Rio. Em abril do mesmo ano, centenas de pessoasmorreram nos morros do Bumba, em Niterói, e no morro dos Prazeres, em SantaTereza, região central do Rio de Janeiro. Até hoje, parte das vítimas nãorecebeu nenhum amparo do Estado e algumas famílias seguem vivendo em abrigosimprovisados em quartéis do exército.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Emjaneiro do ano seguinte, ocorreu o mais trágico de todos os desastres por contadas chuvas de verão. Na região serrana do Rio, as cidades de Friburgo, Teresópolis,Petrópolis e Itaipava foram atingidas por uma chuva torrencial que fez deslizarcentenas de encostas, deixando mais de mil mortos e dezenas de milhares dedesabrigados. Meses depois, a equipe de reportagem de AND foi a Friburgo e constatou que muitas famílias seguem vivendoem abrigos. Em fevereiro do ano passado, o prefeito da cidade foi acusado peloTribunal de Contas da União de desviar grande parte das verbas disponibilizadaspara ajudar as vítimas. A gestão é acusada, inclusive, de desviar donativosenviados por ONGs para as pessoas desabrigadas.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">— </span><span style="font-size: small;"><em>A gente não tem esperança deque vá receber algum amparo, porque quem lê os jornais sabe que na regiãoserrana tem gente que recebeu aluguel social seis meses e depois ficou semnada. Em Friburgo, o prefeito colocou no bolso o dinheiro que era para ajudar opovo. Tem muita gente aqui desesperada que não quer sair de casa com medo deficar sem nada. A pessoa pensa “será que vai acontecer comigo o que aconteceuna serra?”. As pessoas preferem ficar em casa correndo risco. A gente aqui sóconta com a ajuda de amigos, parentes e da igreja, porque o governo não quernem saber </em></span><span style="font-size: small;">—protesta o morador de Xerém, Wilson dos Santos.</span></p>
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		<title>Vídeo Casas Marcadas</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2013 14:01:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vídeo trata das remoções no Morro da Providência (RJ).]]></description>
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<p>Vídeo trata das remoções no Morro da Providência (RJ).</p>
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		<title>Seja colaboradorx do Grupo de Educação Popular</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2012 17:30:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poder popular]]></category>

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		<description><![CDATA[O GEP chama interessadxs em dar aula na alfabetização de seus dois núcleos: Providência e Quilombo das Guerreiras. Aulas a noite, para jovens e adultxs interessadxs em educação popular (alfabetização e letramento, no caso da Quilombo). Nossa próxima reunião é dia 20 na Providência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GEP chama interessadxs em dar aula na alfabetização de seus dois núcleos: Providência e Quilombo das Guerreiras. Aulas a noite, para jovens e adultxs interessadxs em educação popular (alfabetização e letramento, no caso da Quilombo).</p>
<p>Nossa próxima reunião é dia 20 na Providência.</p>
<p><img class="alignnone" title="fg" src="https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/301315_393933397343767_1250655721_n.jpg" alt="" width="894" height="494" /></p>
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		<title>Uma pequena grande vitória da luta pela moradia: professor Filipe é absolvido em sentença surpreendente</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 01:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cainha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor de História da rede estadual e apoio de ocupações sem-teto Filipe Proença foi absolvido por unanimidade em julgamento de segunda instância na 9ª Vara criminal do Rio de Janeiro.O professor foi preso em 13 de dezembro de 2010 ao participar do ato de apoio à Ocupação&#8221; Guerreiros Urbanos&#8221; em imóvel abandonado há mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman;">O professor de História da rede estadual e apoio de ocupações sem-teto Filipe Proença foi absolvido por unanimidade em julgamento de segunda instância na 9ª Vara criminal do Rio de Janeiro.O professor foi preso em 13 de dezembro de 2010 ao participar do ato de apoio à Ocupação&#8221; Guerreiros Urbanos&#8221; em imóvel abandonado há mais de quinze anos pelo INSS na rua Mém de Sá, 234. A desocupação ocorreu de maneira irregular, sem ordem de despejo e por orgão incompetente, pois o imóvel era federal e o despejo foi realizado pela Polícia Militar (estadual). Filipe era acusado do crime de resistência e mesmo não sendo identificado como tendo praticado qualquer sorte de ato violento em depoimentos da própria acusação, o professor foi condenado em primeira instância pelo Juíz Eduardo Nobre Maltta, contrariando o próprio pedido de absolvição do Ministério Público.</span></p>
<div><span style="font-family: Times New Roman;">     Depois de um ato político em frente ao fórum federal  contando com apoio de militantes de movimentos e com a presença de alunos do professor, finalmente temos um desfecho favorável neste caso. O júiz relator Paulo Alberto Jorge efetuou uma sentença que gera uma jurisprudência bastante favorável para ser usada pelos movimentos sociais em futuros despejos e arbitrariedades policiais .Ele reconhece os movimentos sociais de luta pelo direito a moradia, bem como a necessidade de ordem legal para efetuar despejos, ainda criticando a atuação da Polícia Militar nesse caso e em outros. Segue a seguir alguns trechos da sentença e em anexo a sentença completa.</span></div>
<div><strong><span style="font-family: Times New Roman;">Se morar é um direito, ocupar é um dever!</span></strong></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;</span><span style="font-family: Times New Roman;">Da maneira como agiram, os policiais usurparam da administração pública o pleno exercício de seu poder discricionário para optar pela forma mais</span><span style="font-family: Times New Roman;"> adequada de solução da situação, se pela negociação, imposição da auto-executoriedade e seus atos ou pela adoção de medida judicial. Usurparam também a prerrogativa do Poder Judiciário decidir pelo melhor Direito aplicável, e pela maneira mais adequada de impô-lo. Como tantos outros, o conflito acabou sendo resolvido por iniciativa dos agentes repressores do Estado, que a partir das informações que tomaram</span><span style="font-family: Times New Roman;"> unilateralmente e sem maiores questionamentos, decidiram tratar-se de invasão ilegal de prédio público e que os invasores deveriam ser retirados à força, sem maiores delongas.&#8221;</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;Neste contexto, é evidente que a solução negociada do conflito não se impunha apenas por uma questão de princípio, mas também por ser a negociação um claro objetivo dos participantes do movimento. Estava em curso um movimento político-social e assim deveria ser tratado&#8221;</span></div>
<div></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;A ilegitimidade da ordem de desocupação feita pela Polícia Militar no presente caso fica ainda mais evidente se compararmos sua atuação em casos, por exemplo, das inúmeras áreas públicas desta cidade ocupadas por bares e restaurantes que, sem cerimônia, avançam seus estabelecimentos sobre calçadas com mesas e “puxadinhos”. Há algum registro de membros da Corporação, da mesma forma autônoma com que agiram no presente caso, sem esteio em ato administrativo ou judicial, terem promovido a reintegração de posse destas áreas porque algum cidadão os convocou pelo 190? Teria o Batalhão de Choque da PM do Rio de Janeiro promovido por sua conta, somente a partir de denúncia de algum cidadão, o fechamento de algum estabelecimento comercial instalado em área pública de proteção ambiental sem autorização? É claro que nestes casos a PM age apenas no cumprimento de ordem de autoridade administrativa ou judicial, a quem incumbe decidir quanto ao efetivo descumprimento de posturas e esbulho possessório. Instâncias em que as soluções e os interesses em conflito podem ser melhor aquilatados de forma a se obter a máxima legitimidade da decisão de força que se mostre necessária e proporcional.&#8221;</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: Times New Roman;">&#8220;Qual a justificativa, senão a cultura da repressão militarizada a movimentos sociais, para no caso presente ter a PM agido de forma diversa, ela própria apurando, decidindo, emitindo e cumprindo com força a ordem de reintegração de posse do prédio invadido ? Não à toa, recentemente o Conselho de Direitos Humanos da ONU sugeriu o fim da Polícia Militar no Brasil. Por isso, não se pode ter como legítima a conduta da Polícia Militar no presente caso, de agir por conta própria e promover à força a suposta reintegração de posse de bem público ocupado com claras motivações políticas, inseridas em problemática social de carência de moradias e de acesso a elas pela população menos favorecida&#8221;</span></div>
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