Solidariedade a compa Felicity
Convocatoria a una jornada de solidaridad del 21 de febrero al 7 de marzo, con la compañera anarquista en fuga Felicity Ann Ryder.
Con un saludo fraterno abrazamos a todxs lxs corazones
antiautoritarixs que nos leen en distintos puntos. A todxs lxs que en su tiempo y modo combaten con decisión y firmeza cada institución y símbolo del engranaje del capitalismo patriarcal, la opresión, la domesticación y la farsa del poder.
Compañerxs, hacemos este llamado desde algún lugar del monstruo para lanzar nuestros aullidos siempre solidarios hacia nuestra hermana y compañera Felicity Ann Rider, que se mantiene prófuga de las garras del estado desde hace poco más de siete meses. La madrugada del 27 de junio de 2012, ocurrió un desafortunado episodio: un artefacto explosivo detonó dejando herido (y posteriormente encarcelado durante 6 meses) a nuestro compa Mario López “Tripa”, que ahora está en “libertad” condicionada y aún bajo proceso. Después de que las fuerzas policiales del Gobierno del Distrito Federal encontraran su pasaporte y ante el riesgo de ser también encarcelada, nuestra compañera Felicity comenzó su fuga.
A raíz de esto, sabemos que el hostigamiento a sus familiares en su país de nacimiento (Australia) y en las llamadas redes sociales, ha sido constante. Además es posible que se hayan abierto más investigaciones en otros países intentando vincularla a diferentes núcleos de acción del anarquismo. Todo esto forma parte del montaje policial internacional para atacar la movida ácrata y así imponer el miedo y terror para intentar (fallidamente) inmovilizarnos.
Sabemos de la difícil situación que durante todos estos meses debe estar atravesando Felicity. La clandestinidad, a pesar de ser una mejor opción que las rejas frías y cínicas de una cárcel, se convierte también en un modo de prisión que impide gozar de plena libertad por la amenaza de una posible detención. Esta situación conlleva muchas dificultades de movilidad para actividades propias de subsistencia y lucha; el aislamiento y alejamiento de seres queridxs y el abandono de planes de vida propios. La clandestinidad como necesidad, y no como privilegio de alguna vanguardia autoritaria, requiere también de nuestra solidaridad, ya que el obligar a compañerxs a estar en constante huida, de a poco va minando la tan añorada libertad. Además no se cuenta con el mismo apoyo material y emocional que una persona en prisión.
Sabemos que en cualquier lugar donde se encuentre nuestra compañera Felicity, sigue firme en sus convicciones de anarquista y burlándose del enemigo, sin dejar de atacarlo, cara a cara. Desde aquí le mandamos un caluroso saludo y convocamos a todxs los esfuerzos antiautoritarios a realizar una semana de actividades, saludos y gestos solidarios con nuestra compañera Felicity, del 21 de febrero al 7 de marzo, cada quien(es), en su tiempo y forma, para que sepa que no está sola y que la solidaridad entre anarquistas de lucha no es solo palabra escrita o un adorno en los bonitos panfletos “revolucionarios”.
La solidaridad para nosotrxs también es un arma que destruye al poder.
Queremos recordar también a otrxs compañerxs en fuga, como es el caso del compa Hans Niemeyer, perseguido por el Estado $hileno, o Giannis Mihailidis y Dimitris Politis en Grecia. Un saludo indómito a todxs lxs compañerxs anarquistas presxs y profugxs en el mundo.
¡¡¡Jamas vencidxs, jamás arrepentidxs¡¡¡¡
Libre y Salvaje, ¡¡¡Felicity Presente¡¡¡
No estás sola, compañera ¡¡¡¡muchxs acompañamos tu lucha y abrazamos tus convicciones¡¡
¡Libertad para todxs lxs presxs de la guerra social!
Pd: Si quieren enviar información sobre la actividad que realizaron, pueden escribir a solidaridad_felicity@riseup.net. También pueden
consultar la página www.solidaridadfelicity.wordpress.com.
Moradores de Xerém continuam abandonados após enchente
Via A Nova Democracia.
No Rio de Janeiro, todo verão é a mesma coisa: favelas e bairros pobres sãodevastados por chuvas torrenciais mais do que típicas entre os meses dedezembro e abril. Mesmo assim, empurradas para as áreas de risco por conta daspéssimas condições de habitação oferecidas aos pobres, milhares de pessoasmorrem ou ficam desabrigadas todos os anos por conta das chuvas de verão. Esseano, a bola da vez foi o distrito de Xerém, no município de Duque de Caxias,região metropolitana do Rio de Janeiro. Durante uma forte chuva que atingiu olocal, a passagem de uma tromba d’água pelo Rio Capivari — que corta o distrito — fez com que centenas de casas fossem arrastadas pela lama, deixando trêsmortos e cinco mil desabrigados.
Nosdias seguintes, foi grande a luta dos moradores atingidos para resgatar o quesobrou de seus pertences em meio a um emaranhado de lama, esgoto e lixo. Nossareportagem esteve no local e conversou com diversos moradores. Em prantos, DonaIdelci, de 52 anos, escavava a espessa camada de barro dentro de sua casa aprocura de seus documentos.
— Nós não podemos dormir em casa porque nãotemos mais nada. A gente está na casa de uma irmã da igreja e estamos vindotodos os dias para tirar o barro de dentro de casa. Mas não temos condições deficar aqui, porque tem muito barro, as paredes estão cheias de rachaduras, asportas foram destruídas, nós não temos mais camas. Perdemos tudo. Nossosentimento é de tristeza, mas você sabe como é vida de pobre: temos que estarsempre preparados para recomeçar tudo, já que, do Estado, nós só estamosrecebendo promessas — conta a aposentada.
Alémdo desespero para tentar salvar os frutos de anos e anos de trabalho, moradoresde Xerém sofrem com a ganância dos empresários locais donos de redes desupermercados. Dias depois da tragédia, panos-de-chão estavam sendo vendidospor 5 reais e garrafões de 20 litros de água por 30 reais.
—Isso é uma vergonha. Eu e minha netaficamos bebendo água da bica nos primeiros dias por conta disso. Parece queesse povo, quanto mais dinheiro ganha, pior fica — disse Dona Idelcy.
Outravítima, o jovem estudante Jonatas da Silva, de 18 anos, disse que estavaacordado quando o nível da água do Rio Capivari começou a subir rapidamente.
— Eu estava acordado na hora que tudo começoua acontecer. Começou a chover muito e o nível da água começou a subir. Daqui apouco começou a sair água do ralo, das torneiras. Eu peguei o meu pai e a minhamãe e levei eles para fora de casa. Não sobrou nada. A casa foi completamentedestruída. Agora haja força para comprar todas as coisas de novo. Comprar umterreninho para construir e recomeçar a vida. Até agora ninguém do Estadoprocurou a gente para nada. Nem para dar uma garrafa d’água. Eles dizem: temque pegar um papel. Aí você vai, pega o papel, preenche e eles dizem: agora,tem que levar o papel em outro lugar. Você vai no lugar, entrega o papel e elesfazem você preencher outro papel e levar em outro lugar. Tudo isso para receberuma ajuda de 400 reais que ninguém recebeu de verdade ainda — protesta.
Umanotória figura local que esteve nas áreas atingidas ajudando as vítimas foi ocantor e compositor Zeca Pagodinho. Em entrevista à TV Bandeirantes, o sambistadisse ter “nojo desses políticos”, já que pouco foi feito pelos desabrigadosaté agora. Durante a passagem de nossa reportagem por Xerém, muitos moradoresdesabafaram. É o caso do desempregado Carlos Alberto da Silva, de 59 anos. Dianteda inércia dos gerenciamentos de turno em ajudar as vítimas das chuvas naregião serrana, em 2011; e no morro do Bumba, em 2010, ele acha que o destinodos moradores de Xerém não será diferente.
— Eu moro aqui há 40 anos. O prédio onde eumorava tinha três andares. Caiu tudo. Meu sentimento é de impotência por terperdido tudo que eu tinha já com 59 anos de idade. E, pelo visto, nós não vamosganhar nada da prefeitura. Esse tal de aluguel social que eles falaram que iamdar, começaram dizendo que era 600 reais, depois baixou para 500, depois para400 e agora eles não estão nem mais falando no assunto. Colocaram uma pedra emcima. Nós estamos muito tristes. Se a gente não tivesse os parentes, estaríamosna rua. Você vê que nessas regiões de Friburgo, Teresópolis, no morro do Bumbaem Niterói, ainda tem muita gente flagelada que, até hoje, não recebeu nada.Você acha que aqui vai ser diferente? Até agora, nem a defesa civil veio aquiavaliar nada — conta.
Especialistaem geotécnica do Departamento de Engenharia Civil da Pontifícia UniversidadeCatólica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Alberto Sayão, diz que era possívelprever a catástrofe, já que, há anos, a situação dos moradores da região eravisivelmente arriscada.
— Foi uma tragédia anunciada, um desastreprevisto. Alguém tem que ser responsabilizado. Os escorregamentos acontecem porcausa de três fatores: camada fina de solo, forte inclinação e grandequantidade de chuva. O rio vai sempre reconquistar o seu espaço. É possívelprever com exatidão as áreas de inundação — explica.
Omorador Wilson dos Santos, de 39 anos, reclama que, apesar de culpados pelatragédia em todos os aspectos, a prefeitura de Caxias e os gerenciamentosestadual e federal, até agora, nada fizeram pelo povo de Xerém, que seguecontando apenas com a ajuda de pessoas comuns, que continuam enviando donativospara as vítimas da chuva.
— Eu fui nascido e criado aqui e nunca viuma coisa dessas. É só tristeza. 50 a 70% da população aqui perdeu tudo quetinha. E agora a gente, que é pobre, vai ter que ficar na mão desses governosaí — acusa.
Ano novo, velha história
Todosos anos, assistimos notícias de tragédias em favelas e bairros pobres por contadas chuvas de verão e início de outono. Em janeiro de 2010, cerca de 40 pessoasmorreram depois que uma série de deslizmentos atingiu o município de Angra dosReis, no sul do estado do Rio. Em abril do mesmo ano, centenas de pessoasmorreram nos morros do Bumba, em Niterói, e no morro dos Prazeres, em SantaTereza, região central do Rio de Janeiro. Até hoje, parte das vítimas nãorecebeu nenhum amparo do Estado e algumas famílias seguem vivendo em abrigosimprovisados em quartéis do exército.
Emjaneiro do ano seguinte, ocorreu o mais trágico de todos os desastres por contadas chuvas de verão. Na região serrana do Rio, as cidades de Friburgo, Teresópolis,Petrópolis e Itaipava foram atingidas por uma chuva torrencial que fez deslizarcentenas de encostas, deixando mais de mil mortos e dezenas de milhares dedesabrigados. Meses depois, a equipe de reportagem de AND foi a Friburgo e constatou que muitas famílias seguem vivendoem abrigos. Em fevereiro do ano passado, o prefeito da cidade foi acusado peloTribunal de Contas da União de desviar grande parte das verbas disponibilizadaspara ajudar as vítimas. A gestão é acusada, inclusive, de desviar donativosenviados por ONGs para as pessoas desabrigadas.
— A gente não tem esperança deque vá receber algum amparo, porque quem lê os jornais sabe que na regiãoserrana tem gente que recebeu aluguel social seis meses e depois ficou semnada. Em Friburgo, o prefeito colocou no bolso o dinheiro que era para ajudar opovo. Tem muita gente aqui desesperada que não quer sair de casa com medo deficar sem nada. A pessoa pensa “será que vai acontecer comigo o que aconteceuna serra?”. As pessoas preferem ficar em casa correndo risco. A gente aqui sóconta com a ajuda de amigos, parentes e da igreja, porque o governo não quernem saber —protesta o morador de Xerém, Wilson dos Santos.
Vídeo Casas Marcadas
Vídeo trata das remoções no Morro da Providência (RJ).
IASERJ resiste!
Desde o último sábado (16) de madrugada que o Hospital Geral dos Servidores públicos, o IASERJ, que fica na Henrique Valadares (Bairro de Fátima) e também atende à população em geral , vem sofrendo ataques do governo. Na calada da noite o CHOQUE adentrou o hospital e retirou pacientes nos mais diversos estados sem a permissão ou ciência prévia deles mesmos, de seus parentes e dos médicos que os acompanhavam. O Estado diz que o IASERJ deve ser fechado e demolido, usando a construção de um novo centro no INCa para lucrar com empreiteras e fechar um hospital do povo e dos trabalhadores. O IASERJ foi financiado pelos próprios servidores públicos e atende à toda a população que não pode contra com planos de saúde e recorre ao ineficiente SUS.
A mobilização dos trabalhadores e apoiadores resiste bravamente em vigília no local desde então para evitar a entrada da polícia, a retirada de mais pacientes e equipamentos, bem como a própria demolição do local. O Estado e suas forças repressivas vão ser derrubadas com a organização popular! Trabalhadora/es do Hospital tentam manter o funcionamento normal, mas hoje o ambulatório amanheceu trancado, apenas para ser aberto novamente no braço pela vontade popular de exigir o que é seu: sua vida e sua dignidade.
Venha somar essa luta em defesa de um hospital dos trabalhadores e trabalhadoras, OCUPE O IASERJ!
ACOMPANHE NA INTERNET: http://www.VIGILIAIASERJ.blogspot.com.br/
Vídeo Marcha das Vadias 2012 – Rio
Por Coletivo Independente Video-Gráfico
“Marcha realizada em Copacabana – Rio de janeiro, na qual se defendiam bandeiras em prol do respeito à mulher, não violência e o fim de diversos tipos de discriminação. Durante o percurso, houve um momento em frente à igreja nossa senhora de copacabana onde os integrantes manifestaram seu descontentamento com a intervenção da igreja católica nas liberdades individuais.
Infelizmente, como mostrado no vídeo, algumas pessoas não conseguem compreender a importância da liberdade e direitos individuais.”
Video do ato contra a criminalização dos movimentos sociais 15/5
Compacto do ato do dia 15 de janeiro de 2012, no Rio de Janeiro, em repúdio à criminalização dos movimentos sociais e abusos do estado contra a população.
Convite à criação de forum contra a criminalização dos movimentos sociais aqui
Curta “Maio Nosso Maio”
Uma viagem pela história do Dia do Trabalho, ou melhor, do Trabalhador, comemorado no dia 1° de maio.
Notícias do acampamento do MNLM-RJ em frente à Secretaria de Habitação do Estado
Uma das razões que mais mobilizou as nossas famílias foi a ausência de licitação da obra da ocupação Manuel Congo, após mais de quatro anos de luta, segundo o Governo do Estado por uma necessidade de atualizar o orçamento. O Estado afirma que precisa licitar profissional para refazer o orçamento, mas que a sua procuradoria emitiu parecer contrário, sob a justificativa que existem funcionários para a execução do serviço no ITERJ e na CEHAB. Por outro lado, esses profissionais não podem ser utilizados, pois o Estado não poderia “pagar duas vezes” pelo mesmo serviço. Mais uma vez, depois dos mais diversos entraves, a burocracia estatal tem impedido a política de habitação de interesse social de seguir em frente.
É importante frisar também a luta contra a remoção e pela urbanização da comunidade Vila Autódromo, que resiste há mais de 40 anos às investidas da especulação imobiliária, e que nesses últimos anos tem sofrido constante ameaça de despejo por parte da prefeitura do Rio de Janeiro, cada hora por um motivo de sua conveniência. A comunidade já demonstrou, através de seu Plano Popular de urbanização, a total viabilidade de sua permanência. Vila Autódromo é situada em terreno do Estado e titulada pelo mesmo, com Concessão de Direito Real de Uso com validade de 99 anos renováveis, o que também demonstra a crença do Estado na viabilidade da comunidade. Acreditamos que é papel do Estado, portanto, defender a sua permanência e garantir a segurança na posse das famílias que aí vivem, devendo o mesmo se posicional face à política municipal.
1. Licitação das Obras de Requalificação, referentes ao contrato PAC/FNHIS com complementação do Estado em que figuram como demanda a Ocupação Manuel Congo e a Ocupação Chiquinha Gonzaga;
2. Encaminhamentos junto ao INSS, no sentido da desobstrução do prisma de ventilação do Imóvel da Rua Alcindo Guanabara 20, ocupado pelo imóvel 20A (Restaurante Cazuella);
5. Destinação dos Imóveis Públicos Estaduais vazios para Habitação de Interesse Social, em especial os identificados no Centro do Rio no âmbito da parceria com o Ministério das Cidades;
8. Aprovação de demanda por HIS nos demais Municípios do Estado pelo Fundo Estadual de Habitação;
POR CIDADES JUSTAS E MORADIAS DIGNAS!!!
REFORMA URBANA JÁ!!!

Loading...